Vamos falar sobre o que Burkina Faso teria feito silenciosamente enquanto o mundo não estava a prestar atenção.
Todos os postos de combustível da TotalEnergies no país — quase 200 — teriam sido adquiridos por investidores burquinabês e rebatizados como BARKA ENERGIES.
Durante 70 anos, uma empresa francesa teria vendido combustível e enviado os lucros para fora de Burkina Faso.
Esse capítulo teria chegado ao fim.
3.600 empregos. Propriedade local. Liderança local.
Decisões tomadas em Ouagadougou — e não em Paris, de Emmanuel Macron.
Eles não pediram à França para dividir a riqueza.
Eles compraram toda a rede e criaram a sua própria marca.
E ontem, como forma de tornar essa mensagem permanente, o governo do Capitão Ibrahim Traoré teria oficialmente cortado todas as relações diplomáticas com a França.
Acabou. Terminado. Sem retorno.
Primeiro, as tropas francesas saíram.
Depois, os meios de comunicação foram proibidos. Em seguida, os postos de combustível mudaram de nome.
Agora, os diplomatas estão a preparar a saída.
Traoré não está apenas a falar de Pan-africanismo.
Ele estaria a desmontar o colonialismo, uma instituição de cada vez.
É assim que parece a liberdade quando realmente se acredita nela.
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African Hype Media
